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Os Ceramistas Naturais de Cunha, Augusto Campos e Leí Galvão cresceram influenciados pela arte da cerâmica. Antes da formação do núcleo de ceramistas, por volta de 1975, Cunha já carregava a tradição dos antigos indígenas e das paneleiras, entre elas, Benedita Olímpia e Dona Núncia. A influência delas foi fundamental para o despertar artístico destes dois jovens ceramistas, que com elas aprenderam os fundamentos da arte de moldar o barro. Desde então buscam cotidianamente o aperfeiçoamento, pesquisando, interagindo e trocando experiências com ceramistas de diversas partes do Brasil e do mundo. O
talento de Augusto e Leí está refletido na diversidade de
formas e cores que dão aos objetos utilitários e decorativos
como vasos, potes, chaleiras, pratos, sopeiras, entre outros.
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